Confrários!: Neologismo utilizado pelos participantes da Confraria, nascido da junção das palavras confrades e revolucionários!

domingo, 11 de janeiro de 2015

III Antologia - Confraria dos Poetas: Éric Meireles de Andrade (Apresentação)

Apresentação:

Éric Meireles de Andrade
Foto: Lucinéia Manfredini


ÉRIC MEIRELES DE ANDRADE


Esta é minha terceira participação numa antologia poética… Todas as anteriores foram da Confraria dos Poetas, entidade que orgulhosamente presido e de que vivencio o frutuoso sabor da diversidade e riqueza da poesia contemporânea.
Tenho, também, um livro solo – Fragmentos da Poesia Marginal, em que estabeleço dialogia entre contrastes, e antagonismos, a fim de refletir sobre uma nova estrutura
de versos, novas constituições estilísticas e um novo conceito estético: unir o diverso ao uno; o clássico à vanguarda; o passado ao presente; o oprimido e preso à  emancipação e à liberdade. 
Acredito na profundidade do caldo lírico contemporâneo… Nele, pesquiso todas as possibilidades de se trabalhar os versos livres, as metáforas e as figuras de linguagem, a transmentalidade do neologismo e da sonoridade das palavras, reconstituindo significados e novos canais de entendimento da atual “poética”.
Sou Éric Meireles de Andrade, mineiro, de 38 anos, revolucionário, um homem de cabelos gris e também de sonhos teimosos. Dialogo com livros e me indigno com as mazelas humanas. Tenho a absoluta certeza de que tudo muda, incluso às razões das batidas no meu peito esguio e repleto de sentimentalidades…

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