ATRÁS DE MIM
Atrás de mim estou eu acamado,
Somando verdades e versos que crio.
Atrás de mim há um vulcão que, em mim, chama,
queima meu sexo quando sacio.
Atrás de mim há uma poesia violentada,
Bordada na saia do lirismo tardio.
Atrás de mim há a miséria e a fome de tudo
E a luta por melhores dias de um sonho sadio
Atrás de mim há um rapper que chora…
E um soldado suicida, na lama, com o seu pavio.
Atrás de mim tem um grito calado
E mortalhas ligadas na ordem de um fio.
Atrás de mim estou eu acamado,
Que queima meu sexo quando sacio.
Atrás de mim há um vulcão que, em mim, chama,
Somando verdades e versos que crio.
Atrás de mim há uma poesia violentada
E luta por melhores dias de um sonho sadio.
Atrás de mim há a miséria e a fome de tudo
Bordada na saia do lirismo tardio.
Atrás de mim há um rapper que chora…
E mortalhas ligadas na ordem de um fio.
Atrás de mim tem um grito calado
E um soldado suicida, na lama, com o seu pavio.
Atrás de mim estou eu acamado
E mortalhas ligadas na ordem de um fio.
Atrás de mim tem um grito calado
Somando verdades e versos que crio.
Atrás de mim há um vulcão que, em mim, chama
E um soldado suicida, na lama, com seu pavio.
Atrás de mim há um rapper que chora…
Que queima meu sexo quando sacio.
Atrás de mim há uma poesia violentada
E luta por melhores dias de um sonho sadio.
Atrás de mim há a miséria e a fome de tudo
Bordada na saia do lirismo tardio…
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